Olá,

Navegue no nosso blog e encontre o lugar certo, para curtir o que de melhor poderemos lhe oferecer na Chapada Diamantina, em Mucugê-Bahia-Brasil.

Onde?
No Refúgio na Serra...

Seja bem vindo!


UM POUCO DE HISTÓRIA

REFÚGIO NA SERRA


Lugar muito especial que surgiu na busca pela paz!



O seu proprietário, José Ruben de Macêdo Almeida, o conhecido Zé Pelo Mundo, viveu em várias partes do mundo, em grandes cidades, ao completar 50 anos de idade, optou por morar em Mucugê, cidade serrana (a 1000 m), com clima médio anual de 19 graus e temperatura mínima no inverno de 8 graus, localizada na Chapada Diamantina - Bahia - Brasil, atraído pela beleza e energia das montanhas e cachoeiras aqui existentes.

Adquiriu um terreno, verdadeiro pomar: mangueiras, laranjeiras, tangerineiras, pessegueiros, nêsperas, macieiras, cafeeiros, limoeiros, bananeiras, uma jaqueira centenária e uma casa em
ruínas, no centro Histórico de Mucugê, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN.

Com muito cuidado, dedicação, carinho e sem pressa, Zé reformou a casa existente, decidindo dividir com o mundo os tesouros encontrados naquele lugar encantado, iniciando, em 2009 a construção de uma pequena Pousada, que leva o mesmo nome da sua casa, REFÚGIO NA SERRA, onde a hospedagem gostosa é garantida!

A Pousada tem cinco cabanas externas - duas triplas, uma dupla, uma quíntupla, uma suíte solteirão e dois quartos internos com wc comum, sendo um triplo e um duplo, totalizando dezenove pax confortáveis.

A forma e os detalhes como foi construída, fez surgir um verdadeiro oásis sensualista, todo inspirado para fazer parte das mais inesquecíveis memórias de todo hóspede que ali passar e cada detalhe será surpreendente!

CONHEÇA VIRTUALMENTE O REFÚGIO NA SERRA!

MELHOR LOCALIZAÇÃO PARA SE HOSPEDAR NA CHAPADA DIAMANTINA !

MELHOR LOCALIZAÇÃO PARA SE HOSPEDAR NA CHAPADA DIAMANTINA !

MUCUGÊ * CORAÇÃO DO PARQUE NACIONAL

A cidade tem clima de montanha, fica localizada bem ao centro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, propiciando aos visitantes com pouco deslocamento visitar os principais atrativos , além do que, é tombada pelo IPHAN, com excelente infra estrutura de Bancos, Farmácias, Mercados, Pousadas, Hotéis, Restaurantes, Pizzarias, Lanchonetes e Cafés !

Distância principais passeios/trilhas:

# 47 KM para o Poço Azul e Poço Encantado
# 21 KM para Iguatu.
# 08 KM para Projeto SEMPRE VIVA, Cachoeira Piabinha e Tiburtino.
# 110 KM Cachoeira Buracão.
# 12 KM Cachoeira Três Barras e Cristais.
# 45 KM Mirante Paty.
# 50 KM Cachoeira da Fumacinha.
# 05 KM Cachoeira da Sibéria

SOBRE A CIDADE...

SOBRE A CIDADE...
ORIGEM MUCUGÊ

Mucugê é o que podemos chamar de uma cidade privilegiada pela natureza. Situada a 1000 metros de altura do nível do mar, na Chapada Diamantina, é rodeada por serras, grutas, rios e cachoeiras que podem servir para a prática de canoagem e outras modalidades de esportes radicais.

Além da natureza, a cidade guarda um pouco da história, sempre tendo como pano de fundo o garimpo.

A região de Mucugê, que desde o início do século XIX era parcialmente ocupada por fazendeiros que mantinham criação de gado, foi a primeira a atrair os exploradores ávidos por novas jazidas de pedras preciosas. Diz a história oficial que o primeiro diamante da região foi encontrado em 25 de junho de 1844 por Cristiano Pereira do Nascimento, afilhado de José Pereira do Padro, ou "Cazuza do Prado", um grande coronel da região.

A pedra teria sido acidentalmente achada no leito do riacho das Cumbucas enquanto Cristiano lavava as mãos.

CANTOS, RECANTOS E ENCANTOS DO REFÚGIO NA SERRA...

Curta e Viaje nos detalhes do Refúgio na Serra: Canto de Meditação, Salão de Diversão Multiuso, Gruta de São José, placas com frases para reflexão, o Desabrochar de uma Rosa, e outras coisitas maisssss...


Canto de Meditação

Canto  de  Meditação
...frente à uma grande ROCHA...

Espaço de Diversão Multiuso

Espaço de Diversão Multiuso
...jogos, TV e Lojinha...

Gruta de São José...

Gruta de São José...
...trazendo PAZ e HARMONIA !

Plaquinhas reflexivas...

Plaquinhas reflexivas...
"A Alegria não está nas coisas, está em nós!"

Buda

Buda
...em meio ao jardim...

Mulheres de Cerâmica...

Mulheres de Cerâmica...
em meio às plantas!

VEJA NOSSOS PACOTES ROLANDO A TELA A DIREITA

PASSEIOS E TRILHAS REALIZADAS PELO CHAPADA VIVA ADVENTURE

1)Trilha do Garimpo

Trilha por onde os antigos garimpeiros fizeram a sua história, uns em busca da sobrevivência, outros em busca do sonho do enriquecimento fácil, um dos garimpos mais ricos da Chapada. Nesta trilha, é possível encontrar: pequenas barragens ou tanques, corredeiras de captação de água para lavar o cascalho e casas de pedras, além de belíssimas cachoeiras como: Cachoeira das Andorinhas e Cachoeira dos Funis

Em Mucugê - 2km de carro+ 6km de trilha
Nivel - Medio

2)Lago do Mar da Espanha e Cachoeira da Sibéria

Garimpo explorado por companhias de mineração estrangeiras. Devido a grande abundâncias de diamantes, principalmente nos caldeirões - grandes orifícios abertos nas rochas provocados pela erosão das águas, que acumulam centenas de diamantes. Essa abundância de diamantes fez com que esse lugar fosse comparado a Sibéria da Rússia Asiática. É um passeio belissímo, onde se pode desfrutar de um maravilhoso banho no Lago do Mar da Espanha e na Cachoeira da Sibéria.

Em Mucugê-6km de carro + 5 km de trilha

Nivel - Medio

3)Mirante do Vale do Paty e Cachoeirão por Cima

A trilha do vale do Paty, já é considerada uma das mais belas do mundo, em média, são cinco dias de caminhada, fazendo a travessia do Vale do Capão-Andaraí, ou vice-versa. O Vale fica localizado no Município de Mucugê, permitindo que esse passeio seja feito num período mais curto, à partir do Distrito de Guiné, é possível fazer esse passeio em apenas um dia.

Em Mucugê - 40km de carro+ 8km de Trilha
Nivel - Medio

4)Cachoeira das Três Barras e Cachoeira dos Cristais

Na serra do Capa-Bode, um dos locais mais altos da Serra do Sincorá, seguindo por um pequeno trecho da estrada real, localizado nos gerais da larga de dentro, estão duas lindas cachoeiras, que se separam por apenas 1 Km: Cachoeira das Três Barras a-1ª, e Cachoeira dos Cristais-a 2ª.

Em Mucugê-10km de Carro+ 8km de trilha
Nivel - Pesado

5)Trilha Mucugê Vila de Igatu

Ainda na serra do Capa-Bode, onde algum tempo atrás, numa antiga cascalheira foi registrada a presença de OVNIs, a partir deste ponto faz-se um belo passeio até a Vila de Igatú. Trata-se de uma antiga trilha, utilizada pelos tropeiros, no transporte de mantimentos, no lombo de animais, vendidos nas feiras livres da região.

Em Mucugê-10km de carro+ 6km de trilha

Nivel - Pesado

6) Cachoeira da Fumacinha por Cima

A trilha cachoeira da Fumacinha por Cima , já é considerada uma das mais belos Canio da Chapada Diamantina, fazendo aque esse passeio seja feito num período mais curto, à partir do Povoado de Campo Alegre né, é possível fazer esse passeio em apenas um dia.

Em Mucugê - 60 km de carro+ 6km de Trilha

Nivel - Medio


IMPORTANTE :Todas as trilhas e passeios serão feitos com GUIAS LOCAIS CREDENCIADOS!

NOTÍCIAS DO REFÚGIO NA SERRA ...

A POUSADA, SEUS HÓSPEDES, FINAIS de SEMANA e O CASCALHO - Bar e Restaurante do Refúgio na Serra.

Fique atualizado com o que acontece...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Quinta CASCALHO lotado de gente BONITA !








Apaixonados * Adrenalina da estrada * Off Road




NOTÍCIAS DA CHAPADA DIAMANTINA - Serra das Paridas




Um dos maiores sítios arqueológicos da Bahia, a Serra das Paridas, localizado a cerca de 36 km da cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina, já está praticamente pronto para receber visitantes. O sítio integra o Projeto Circuitos Arqueológicos da Chapada, proposto pela Secretaria de Cultura (Secult), através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), em parceria com o departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com base em bens culturais de relevâncias históricas e simbólicas encontrados na região. “A ideia começou em 2008 quando realizamos o Fórum de Patrimônio Material em Lençóis, reunindo prefeituras, agentes públicos municipais e estaduais, além de representantes da iniciativa privada, como agências de viagem e guias de turismo”, disse no último domingo, dia 22, o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, ao visitar o sítio arqueológico Serra das Paridas acompanhado pelo Secretário de Cultura, Albino Rubim, 22 técnicos e assessores da secretaria. Formando uma caravana cultural que fica na Chapada até esta quinta-feira, dia 26, o grupo está visitando os municípios de Lençóis, Wagner, Nova Redenção e Iraquara, realizando circuito-piloto para ter a viabilidade de roteiros culturais em sítios e locais com edificações tombadas e manifestações tradicionais.
“Depois dessa visita poderemos ter mais parcerias com secretarias estaduais, que dispõem de turismólogos, engenheiros ambientais e outros especialistas, que podem aprimorar o projeto”, disse o diretor do IPAC. O projeto já pesquisou, identificou e registrou 57 sítios de pinturas rupestres na Bahia, bens paisagísticos e edificações reconhecidas como patrimônios culturais. O objetivo é criar roteiros culturais que estimulem o desenvolvimento econômico sustentável dessa área. “Começamos com o primeiro, para termos certeza da viabilidade”, disse Mendonça.
A caravana de 22 pessoas da Secult/IPAC enfrentou estradas de terra, muito sol, caminhos tortuosos de pedras e passagens por cavernas para conhecer de perto o sítio das Paridas que dispõe de belas pinturas em tons ocre, amarelo, preto e branco, feitos a centenas de anos atrás por agrupamentos de coletores-caçadores que ali viveram periodicamente. A Paridas é um conjunto formado por quatro sítios arqueológicos. Segundo o arqueólogo, professor da UFBA e coordenador geral do projeto, Carlos Etchevarne, dos quatro, apenas o sítio Serra das Paridas I está aberto para a visitação. “Os demais ainda estão em fase de estudo”, disse o especialista que também acompanhou a equipe da Secult/IPAC.
Para o pesquisador em Arqueologia e assistente-chefe do professor Etchevarne, Alvandyr Bezerra, existem duas versões para o nome do local. Segundo moradores a serra era utilizada por onças para terem os filhotes. Já outra versão aponta que o nome foi dado devido a algumas pinturas antigas aparentando mulheres em posição de cócoras, prontas para parir, como algumas índias brasileiras fazem até hoje. A Paridas tem predominância de pinturas que formam desenhos geométricos, distribuídos em vários paredões e abrigos. “Encontramos triângulos e quadrados, e outros mais complexos, além de imagens de animais e vegetais”, diz Bezerra.
“É importante entender o local como indício de ocupação humana de grande valor histórico. O circuito é uma forma de garantir que as pessoas façam turismo e ao mesmo tempo tenham acesso à informação de preservação para que futuras gerações tenham acesso e entendam o passado”, conclui o Bezerra. Com território formado há 1,7 bilhão de anos atrás, a Chapada encontra-se a 400 km da capital baiana, detém as maiores altitudes do Nordeste brasileiro – com pontos de mais de 2 mil metros de altura –, enorme variedade ambiental e significativas edificações dos séculos XIX e XX.
O projeto do IPAC/UFBA também promoveu mobilizações, oficinas e cursos durante 15 meses em seis municípios, Lençóis, Palmeiras, Iraquara, Morro do Chapéu, Wagner e Seabra. Cerca de 450 pessoas foram beneficiadas, transformando-se em multiplicadores. Foram realizados ainda Seminário Internacional de Arte Rupestre com estudiosos franceses e a renomada arqueóloga Niéde Guidon, o 5º Seminário de Arte Rupestre e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre. Por fim, foi montada a exposição Circuitos Arqueológicos em Salvador em setembro e outubro do ano passado (2011).
“Os gestores públicos municipais, empresários que investem nessa área e todos os interessados na Chapada devem se unir pela preservação de sítios como esses”, alerta o diretor do IPAC. “A meta é mostrar que o turismo cultural é um vetor viável para o desenvolvimento econômico sustentável desses municípios e suas populações, a partir de atrações culturais valiosas”, finaliza Mendonça.
Durante o dia de hoje, quarta-feira (25), a caravana Secult/IPAC/UFBA visita a Lapa Doce, Lapa do Sol, Pratinha e Iraporanga, todos em Iraquara, este último, um distrito que detém antiga povoação sob estudo para tombamento pelo IPAC como patrimônio cultural da Bahia. Ao término do dia ocorrerá o lançamento da Cartilha de Circuitos Arqueológicos, mais um produto do IPAC/UFBA.
Nesta caravana estão sendo distribuídos 100 folders de Patrimônio Cultural, 100 folders dos Circuitos Arqueológicos, 40 Guias de Orientação aos Municípios Baianos, além de kits com a série Cadernos do IPAC que tratam de bens culturais imateriais. Mais informações através do site www.ipac.ba.gov.br, ou na Coordenação de Articulação (Coad) do IPAC, via endereço eletrônico coad.ipac@ipac.ba.gov.br e pelo telefone (71) 3116-6945. Fonte: Jornal da Chapada

Detalhes do REFÚGIO !

Arranjos do Zé

Casa do Zé

Entrada do CASCALHO

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ZÉ PELO MUNDO PARABENIZA SÃO PAULO !!!


História de São Paulo



Piratininga virou São Paulo: o colégio é hoje uma metrópole

Os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega subiram a Serra do Mar, nos idos de 1553, a fim de buscar um local seguro para se instalar e catequizar os índios. Ao atingir o planalto de Piratininga, encontraram o ponto ideal. Tinha “ares frios e temperados como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”.
Os religiosos construíram um colégio numa pequena colina, próxima aos rios Tamanduateí e Anhangabaú, onde celebraram uma missa. Era o dia 25 de janeiro de 1554, data que marca o aniversário de São Paulo. Quase cinco séculos depois, o povoado de Piratininga se transformou numa cidade de 11 milhões de habitantes. Daqueles tempos, restam apenas as fundações da construção feita pelos padres e índios no Pateo do Collegio.
Piratininga demorou 157 anos para se tornar uma cidade chamada São Paulo, decisão ratificada pelo rei de Portugal. Nessa época, São Paulo ainda era o ponto de partida das bandeiras, expedições que cortavam o interior do Brasil. Tinham como objetivos a busca de minerais preciosos e o aprisionamento de índios para trabalhar como escravos nas minas e lavouras.
Em 1815, a cidade se transformou em capital da Província de São Paulo. Mas somente doze anos depois ganharia sua primeira faculdade, de Direito, no Largo São Francisco. A partir de então, São Paulo se tornou um núcleo intelectual e político do país. Mas apenas se tornaria um importante centro econômico com a expansão da cafeicultura no final do século XIX. Imigrantes chegaram dos quatro cantos do mundo para trabalhar nas lavouras e, mais tarde, no crescente parque industrial da cidade. Mais da metade dos habitantes da cidade, em meados da década de 1890, era formada por imigrantes.
No início dos anos 1930, a elite do Estado de São Paulo entrou em choque com o governo federal. O resultado foi a Revolução Constitucionalista de 1932, que estourou no dia 9 de julho (hoje feriado estadual). Os combates duraram três semanas e São Paulo saiu derrotado. O Estado ficou isolado no cenário político, mas não evitou o florescimento de instituições educacionais. Em 1935 foi criada a Universidade de São Paulo, que mais tarde receberia professores como o antropólogo francês Lévi-Strauss.
Na década de 1940, São Paulo também ganhou importantes intervenções urbanísticas, principalmente no setor viário. A indústria se tornou o principal motor econômico da cidade. A necessidade de mais mão-de-obra nessas duas frentes trouxe brasileiros de vários Estados, principalmente do nordeste do país.
Na década de 1970, o setor de serviços ganhou maior destaque na economia paulistana. As indústrias migraram para municípios da Grande São Paulo, como o chamado ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema). Hoje, a capital paulista é o centro financeiro da América Latina e por isso ainda recebe de braços abertos brasileiros e estrangeiros que trabalham e vivem na cidade de São Paulo, em um ambiente de tolerância e respeito à diversidade de credos, etnias, orientações sexuais e tribos.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CHAPADA DIAMANTINA PRODUZINDO UVAS


Morro do Chapéu, na Bahia, reúne características para se tornar um grande polo de produção de uvas clonadas, com potencial para elaboração de vinhos finos. As condições de inverno e primavera da região permitem a obtenção de material vegetal e mudas de alta qualidade, o que vem atraindo o interesse de empresários franceses e brasileiros que querem expandir a viticultura no Nordeste. Dez variedades da fruta estão sendo avaliadas, com a finalidade de identificar as que melhor se adaptam ao clima da Chapada Diamantina, bem como as que resultam num melhor vinho.
Os franceses Patrick Arsicaud e Thibaud Pierre Marie Guyon de Salettes, sócios de Murilo de Albuquerque, da empresa Vitácea Brasil, especializada na produção de mudas certificadas de videira, estiveram nos dia 19 e 20 de janeiro de 2012 no município. Acompanhados do secretário da Agricultura, Eduardo Salles; do superintendente de Atração de Investimentos, Jairo Vaz, e do presidente da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Elionaldo Teles, podendo conferir de perto a Unidade de Observação (UO) das variedades Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Tannat, Malbec, Merlot, Syrah, Sauvignon Blanc, Chardonnay e Muscat Petit Grain.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Novidades no CARDÁPIO do Cascalho Bar e Restaurante do Refúgio na Serra

Costela de porco ao molho CASCALHO

HOJE É SEXTA FEIRA, DIA DE APROVEITAR A EXCELENTE QUALIDADE MUSICAL DO CASCALHO, APROVEITANDO PARA CONFERIR AS NOVIDADES DAS DELÍCIAS DO CARDÁPIO!
ZÉ RUBEN FOI A SALVADOR NA TERÇA FEIRA (17/01) SÓ PARA BUSCAR AS NOVIDADES...
FAÇA JÁ SUA RESERVA.
(75)3338 2650